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ROSE SATIKO GITIRANA HIKIJI

Sala: 1077

Linhas de Pesquisa:

Antropologia das Formas Expressivas

Áreas de Interesse:

Atua na Linha de Pesquisa em Antropologia das Formas Expressivas, com ênfase em Antropologia Visual, Antropologia da Performance e Antropologia da Música. Suas pesquisas abordam as seguintes temáticas: cinema e violência, música em projetos de intervenção para a infância e juventude, filme etnográfico, produção audiovisual e artística na periferia. É uma das organizadoras da coleção Sexta-Feira – Antropologias, Artes e Humanidades. É vice-coordenadora do Grupo de Antropologia Visual da USP (GRAVI-USP), coordenadora do grupo Pesquisa em Antropologia Musical (PAM), do Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (LISA-USP) e pesquisadora do Núcleo de Antropologia, Performance e Drama (NAPEDRA-USP)

Produções Online: 

Teses e Dissertações:

Artigos em Revistas e Periódicos:

Vídeos Etnográficos (disponíveis no LISA)

  • Coleção Afro-Sampas. Vários. LISA, desde 2016. Afro-sampas reúne vídeos realizados com músicos, dançarinos e artistas africanos residentes em São Paulo. A experiência destes artistas vem sendo acompanhada no projeto "Ser/Tornar-se africano no Brasil: travessias culturais e musicais", dos antropólogos Rose Satiko Hikiji (USP) e Jasper Chalcraft (University of Sussex), realizado junto ao Projeto Temático "O Musicar Local - novas trilhas para a etnomusicologia". Apoios: Processos Fapesp 2016/05318-7 e 2016/06840-9
  • The eagle. NTSC, cor, 17min., LISA, 2015. Direção: Alexandrine Boudreault-Fournier e Rose Satiko Gitirana Hikiji. Sinopse: Águias são animais de rapina muito peculiares. Estão sempre de olho em novas oportunidades. Tem visão apurada que lhes permite identificar um alvo enquanto estão voando. The Eagle é Miguel Aguíla. The Eagle é um cubano expatriado, um pária, que vive atualmente em Victoria, British Columbia, no Canadá. Este curta-metragem é sobre a vida inacreditável de Miguel: o sequestro de um trem em Cuba, o tráfico de carros nos Estados Unidos, a experiência como chefe em cruzeiros marítimos, e o trabalho duro na indústria petroleira no Canadá. Acima de tudo, The Eagle é um pedaço engraçado e emocionante da vida de um cubano que agora enfrenta o maior desafio de sua vida: uma luta contra o câncer.
  • Violão Canção (trailer). NTSC, cor, 30 min, LISA, 2016. Direção: Chico Saraiva e Rose Satiko Hikiji. Sinopse: Na trilha de seu fazer artsítico Chico Saraiva parte ao encontro da experiência de 7 mestres: João Bosco, Sérgio Assad, Paulo César Pinheiro, Paulo Bellinati, Marco Pereira, Luiz Tatit e Guinga. As conversar, com violões na mão, revelam múltiplas formas da música se dar a partir da relação - especialmente fértil no Brasil - entre o violão solo (em seu viés mais ligado à tradição escrita) e nossa canção popular.
  • Fabrik Funk. NTSC, cor, 26min. LISA, 2015. Direção: Alexandrine Boudreault-Fournier, Rose Satiko Hikiji e Sylvia Caiuby Novaes. Sinopse: Karoline é uma jovem que deseja uma vida mais excitante que seu cotidiano em uma central de telemarketing. Nas ruas de Cidade Tiradentes, o maior conjunto habitacional popular da América Latina, Karoline corre atrás do sonho de ser uma MC, neste lugar que é conhecido como uma Fábrica de Funk. O filme é uma etnoficção que aborda o universo do Funk, prática que envolve música, dança, tecnologia, moda, mercado, e que tem se tornado um dos principais fenômenos culturais da juventude no Brasil. Fabrik Funk é resultado de uma colaboração entre antropólogas da Universidade de São Paulo e da University of Victoria com moradores de Cidade Tiradentes, que atuam de diferentes maneiras na cena artística deste distrito. Gravado em junho e julho de 2014, em Cidade Tiradentes/SP, e editado entre São Paulo/Brasil e Victoria/Canadá, em 2014 e 2015, o filme contou com apoio da FAPESP e da UVIC.
  • A arte e a rua. NTSC, cor, 44 min. LISA/POLIS, 2011. Direção e pesquisa: Carolina Caffé e Rose Satiko Hikiji. Sinopse: Cidade Tiradentes, distrito no extremo Leste de São Paulo, lugar onde a cidade termina, nas palavras de Daniel Hylario, nosso narrador. De lá, chegam rimas, gestos e cores que marcam o espaço. A experiência periférica urbana é a base e o motivo da produção dos artistas de Cidade Tiradentes, que cresceram junto com o distrito paulista e em suas obras dialogam com seus desafios e sonhos. O filme segue a vida e as transformações do street dance, grafite e rap neste lugar considerado o maior complexo de conjuntos habitacionais populares da América Latina, marcado pela exclusão, no qual a população orquestra suas dificuldades com dinâmicas próprias de sociabilidade, moradia, e apropriação do território.
  • Lá do Leste. NTSC, cor, 28 min, LISA/Movie&art, 2010. Direção e pesquisa: Carolina Caffé e Rose Satiko Hikiji. Sinopse: Lá do Leste, do lugar onde a cidade termina (ou começa), chegam rimas, gestos e cores que marcam o espaço. A experiência periférica urbana é a base e o motivo da produção dos artistas de Cidade Tiradentes, que cresceram junto com o distrito paulista e em suas obras dialogam com seus desafios e sonhos. O filme segue a vida e as transformações do street dance, grafite e rap neste lugar considerado o maior complexo de conjuntos habitacionais populares da América Latina, marcado pela exclusão, no qual a população orquestra suas dificuldades com dinâmicas próprias de sociabilidade, moradia, e apropriação do território.
  • Cinema de quebrada NTSC, cor, 45 min, LISA/FAPESP, 2008. Direção e pesquisa: Rose Satiko Gitirana Hikiji. Sinopse: Jovens moradores da periferia de São Paulo apresentam o cinema como meio de expressão e de reflexão. Nas quebradas, fazem e exibem videos, questionando as representações midiáticas da periferia e construindo novas imagens a partir de suas experiências.
  • Catarina Alves Costa – Série Trajetórias NTSC, cor, 25 min, LISA/FAPESP, 2007.Direção, Roteiro, Pesquisa e Edição: Nadja Marin e Rose Satiko Hikiji. Sinopse: A antropóloga e cineasta portuguesa Catarina Alves Costa fala de seus filmes e das possibilidades e tensões da relação entre a prática antropológica e o fazer cinematográfico. O cinema de observação, a pesquisa e a construção do filme etnográfico são alguns dos temas que Catarina discute em entrevista permeada pelas imagens e sons de seus filmes. Este vídeo integra a Série Trajetórias, uma proposta do GRAVI – Grupo de Antropologia Visual da USP de construir por meio do audiovisual um diálogo com cientistas sociais e documentaristas.
  • Pulso, um vídeo com Alessandra, NTSC, cor, 32 min, LISA/FAPESP, 2006. Direção: Rose Satiko Gitirana Hikiji. Edição: Fernanda Frasca, Giuliano Ronco e Rose Satiko Hikiji. Resultado do projeto de pós-doutorado financiado pela FAPESP. Sinopse: Experiência de antropologia compartilhada, este vídeo resulta do encontro da antropóloga Rose Satiko Hikiji com Alessandra Cristina Raimundo, jovem violinista que foi por cinco anos a spalla da orquestra do pólo Mazzaropi do Projeto Guri. O vídeo apresenta a relação de Alessandra com a música e sua reflexão sobre esta relação, tecida no processo de discussão e realização audiovisual que resultou no curta-metragem Vírus da Música, dirigido por Alessandra.
  • Vírus da música. NTSC, cor, 20 min, LISA/FAPESP, 2004. Direção: Alessandra Cristina Raimundo. Coordenação: Rose Satiko Hikiji. Sinopse: vídeo é parte da pesquisa de pós-doutorado que teve início em 2004. Dirigido por Alessandra Cristina Raimundo, interlocutora da pesquisa no doutorado, a partir de oficina de vídeo coordenada pela antropóloga Rose Satiko Hikiji. Mostra um maestro, uma clarinetista, uma violoncelista e três irmãos estudantes de canto e violino falando da presença da música em suas vidas.
  • Microfone, senhora. NTSC, cor, 16 minutos, LISA/FAPESP, 2003. Direção: Rose Satiko G. Hikiji. Edição: Gianni Puzzo e Rose Satiko Hikiji. Sinopse: Documentário etnográfico sobre a participação de internos da Febem Tatuapé em uma gravação de CD do grupo de rap Jigaboo. Integra a tese de doutorado da autora.
  • Prelúdio. NTSC, cor, 13 minutos, LISA/FAPESP, 2003. Direção: Rose Satiko G. Hikiji. Edição: Gianni Puzzo e Rose Satiko Hikiji. Sinopse: Jovens estudantes de música falam do sentido do aprendizado em suas vidas. Integra a tese de doutorado da autora.
  • Imagem-violência. Cinco montagens. NTSC, cor, 21 minutos, 1998. Direção: Rose Satiko Hikiji. Sinopse: Vídeo integrante da dissertação de mestrado da autora: “Imagem-violência. Mímesis e reflexividade em alguns filmes recentes”.