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Já está disponível para compra o livro “O musicar local – Trilhas para estudos musicais”, resultado de 6 anos de pesquisa apoiada pela Fapesp, reunindo mais de 50 pesquisadores em torno das relações entre etnografia e música.
Organizado por Suzel Reily, Flávia Toni e Rose Satiko Gitirana Hikiji.
Saiba mais: https://loja.editoraunicamp.com.br/Categoria/musicar-local-trilhas-para-estudos-musicais-782/p
Segundo ranking, 11 cursos da USP estão entre os 50 melhores do mundo. E o de Antropologia é um deles.
História da Arte, Odontologia, Engenharia de Minas, Antropologia, Biblioteconomia, Engenharia do Petróleo, Agricultura, Medicina, Farmácia, Arquitetura e Sociologia estão entre os 50 melhores na classificação da QS
link para a matéria - 11 cursos da USP estão entre os 50 melhores do mundo, segundo ranking – Jornal da USP
Antropólogo foi o primeiro doutor em sua área na USP
João Baptista Borges Pereira estudou questão racial, imigração e religiosidade
https://revistapesquisa.
Em seu sétimo episódio, o programa Diálogos Métis recebe Sara Munhoz (Unicamp/Geict) e Tone Walford (University College London). A conversa parte de suas respectivas pesquisas: as ferramentas digitais do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e as novas formas de política de dados na ciência observacional internacional, voltadas para medir, arquivar e gerenciar o planeta — a chamada Big Data science. O episódio foi gravado durante o II Simpósio Internacional Métis, em junho de 2025.
O professor Guilherme Moura Fagundes (Departamento de Antropologia – FFLCH/USP) é o convidado do podcast Café da Manhã (Folha de S.Paulo), em episódio sobre o projeto Sanctuary on the Moon. A iniciativa reúne pesquisadores e artistas para decidir quais conhecimentos e registros da vida na Terra devem compor uma biblioteca analógica, gravada em 24 discos de safira em escala microscópica e destinada a permanecer depositada na Lua. Na conversa, Fagundes apresenta o funcionamento dos workshops interdisciplinares do projeto e reflete sobre o significado de escolher o que “merece ser salvo”, os limites de qualquer arquivo universal e as consequências de construir um santuário de conhecimento em tempos de crise.
O professor Guilherme Moura Fagundes (Departamento de Antropologia/FFLCH-USP) participou de uma oficina internacional do projeto Sanctuary on the Moon, iniciativa patrocinada pela NASA e pela UNESCO e voltada à criação de um arquivo de longa duração a ser depositado na Lua, composto por 24 discos de safira com conteúdos sobre o patrimônio científico e cultural da humanidade.
Como desdobramento dessa participação, o docente publicou o ensaio “Arquivar a vida na era do colapso” na revista piauí, apresentando os bastidores do projeto e discutindo implicações antropológicas e políticas do arquivamento de “memórias da Terra” em escala mais-que-terrestre.
Leitura do artigo: https://piaui.folha.uol.com.
O Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (Lisa) da USP tem um acervo de aproximadamente 2 mil filmes, 25 mil fotografias e 700 horas de registros sonoros.
Ele funciona como um centro de apoio e fomento às pesquisas, preservação de acervos, difusão e formação em Antropologia.
Compartilhe o vídeo com quem precisa conhecer esse trabalho incrível: https://www.youtube.com/watch?
Acesse a postagem do perfil @usp.oficial no Instagram: https://www.instagram.com/p/
Comunicamos que se encontra aberta, até o dia 31 de janeiro de 2026, a CHAMADA DE TRABALHOS para o Dossiê "Velhos arquivos, novas questões", da GIS - Gesto, Imagem e Som, Revista de Antropologia, do Departamento de Antropologia da USP.
Gostaríamos de convidá-la (lo) para submeter um trabalho. Esclarecemos que temos várias sessões na Revista e que é possível submeter um trabalho na seção Artigos ou na seção GIS, que reúne textos, ensaios ou trabalhos em vídeo ou em áudio.
https://revistas.usp.br/gis/announcement/view/1975
Submissão até 31 de janeiro de 2026
DOSSIÊ Velhos arquivos, novas questões
Se no passado, majoritariamente, museus, pesquisadores e colecionadores constituíam e circulavam arquivos com o objetivo de apresentar “o outro”, na atualidade, cada vez mais registros do passado deixam as reservas técnicas das instituições, movidos não apenas por quem os guarda e pesquisa, mas também… leia mais
Filme produzido em laboratório da USP estreia nas redes sociais
No Dia da Consciência Negra, o Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (Lisa) da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP disponibiliza nas redes sociais o filme “São Palco – Cidade Afropolitana”
O filme São Palco – Cidade Afropolitana poderá ser visto nas redes sociais a partir deste dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra. O filme é dirigido Rose Hikiji e Jasper Chalcraft, ambos do Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (Lisa) do Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.
O filme recebeu em junho deste ano o Prêmio do Público de Melhor Longa-Metragem na 14ª Mostra Ecofalante de Cinema e o Prêmio Ana Galano de melhor longa-metragem da Associação Nacional de Pós-Graduação em Ciências Sociais (Anpocs). A obra é a quarta produção do projeto “Ser/tornar-se africano no Brasil: Fazer musical e patrimônio cultural africano em São Paulo”, que integrou o projeto temático “O musicar local: novas… leia mais
O filme São Palco - Cidade Afropolitana pode ser assistido na íntegra a partir de agora no site e no canal do YouTube do LISA-USP. A produção do LISA-USP, dirigida por Jasper Chalcraft e Rose Satiko Gitirana Hikiji, aborda a diáspora criativa africana em São Paulo, apresentando artistas como Shambuyi Wetu e Yannick Delass, da República Democrática do Congo, Lenna Bahule, de Moçambique, e Edoh Amassize do Togo.
O que esses artistas africanos que chegam ao Brasil nos últimos anos carregam consigo na travessia? Como dialogam as diásporas africanas – a nova diáspora criativa e a que fez do Atlântico um cemitério? Que palcos são ocupados, construídos, preenchidos com as performances dos artistas que atravessam o oceano? Ancestralidades atualizadas em performances que constroem um presente afropolitano em uma metrópole em que é necessário ser atrevido, colorir o cinza. São Palco – Cidade Afropolitana apresenta a cidade de São Paulo como um meta-palco ocupado por artistas africanos, em diálogo com a população brasileira e suas aberturas, contradições e tensões.
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