Notícias PPGAS

O jornal Inglês "The Guardian" publicou recentemente matéria sobre resistência indígena com música, que conta com entrevista de Klaus Wernet, doutor pelo PPGAS-USP, que fez sua tese sobre música contemporânea guarani.

Confira no a matéria no website do The Guardian!

https://www.theguardian.com/music/2020/oct/26/brazil-music-indigenous-tribes-environment-bolsonaro

A Folha de São Paulo publicou, no mês de janeiro de 2020, uma reportagem assinada pelo pesquisador doutorando pelo PPGAS Meno del Picchia, junto com a jornalista Nina Rahe sobre a presença do funk nas comemorações da cidade após a tragédia em 2019 que levou à morte de 9 jovens inocentes pela polícia.

A pesquisa buscou compreender o funk em São Paulo sob a luz da antropologia da música, em especial, a partir do conceito de musicar do neozelandês Christopher Small. O musicar funk não é a mesma coisa que a música funk. A música é o objeto sonoro, a gravação, o fonograma. O musicar fala de todo tipo de engajamento observado numa determinada manifestação sonora-musical, e de todos os atores envolvidos (no caso do fluxo de funk, por exemplo, desde os donos dos bares vendendo bebida, aos sistemas de som potentes que os jovens levam nas traseiras dos carros. A etnografia passou pela Liga do Funk, associação que orienta jovens aspirantes à MCs e Djs. Percorreu alguns estúdios de funk para descrever os processos de criação e as tecnologias envolvidas no fazer… leia mais

Saiu no nexo a pesquisa ainda em andamento, orientada pela professora Ana Cláudia Marques, que trata de um conflito envolvendo a sobreposição de um parque nacional e uma estação ecológica a territórios tradicionalmente ocupados nos médios cursos do rio Xingu e Iriri, estado do Pará. Trabalho em especial com famílias que se identificam como beiradeiras, com foco nas conexões entre territorialidade e formas de resistência nos marcos desse conflito. A pesquisa é feita pela pesquisador Natalia Guerrero.

Para acessar a matéria completa clique aqui.

Três filmes produzidos com apoio do LISA estão concorrendo no Prêmio Pierre Verger da ABA este ano, entre os dias 26 e 30 de outubro! 

São eles:
Ãjãí. O jogo de cabeça dos Myky e Manoki de André Lopes e Typju Myky - Confira o Trailer!
Nova Iorque, mais uma cidade de André Lopes e Joana Brandão - Confira o … leia mais

A partir da ocorrência da pandemia COVID-19, com a interrupção das aulas presenciais e a implementação de estratégias de ensino remoto, especialmente mediado por tecnologias digitais, cresceu a disseminação do debate em torno da efetivação qualitativa e equitativa do direito à educação diante das desigualdades de acesso e de uso de redes, dispositivos e linguagens midiáticas. Desafios que se tornaram mais evidentes com a intensificação da realização de atividades mediadas por estes recursos, mas que já eram reveladas há algumas décadas por especialistas dedicados ao estudo das políticas educacionais, especialmente públicas. Por outro lado, as alterações nas práticas de ensino e aprendizagem fizeram emergir também reflexões sobre o futuro da educação, sobre o papel das instituições escolares e universitárias, assim como sobre uma possível abertura do processo educacional para a hibridização de espaços, tempos e meios de aquisição de conhecimento. Tais temas fazem parte do debate Ensino digital no Brasil e uso de tecnologia na educação, baseado principalmente nos indicadores… leia mais

Três alunos do curso de Ciências Sociais da FFLCH-USP receberam o prêmio Lévi-Strauss na 32a. Reunião Brasileira de Antropologia.

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Merecida homenagem ao Professor Kabengele Munanga, que recebeu nessa 32ª. RBA a medalha Roquette Pinto. Sua fala ao receber o prêmio é uma evidente demonstração de sua trajetória, de sua luta antirracista e do quanto essa luta é ainda necessária, até mesmo numa associação como a ABA e nos meios acadêmicos de modo geral. Instituída em 2003, por ocasião dos 50 anos da 1a RBA, a medalha Roquette Pinto é adistinção mais importante concedida às pessoas, cuja trajetória e obra tenham apresentado contribuições significativas para as várias dimensões na Antropologia.

Parabéns Kabê!!!

1ª menção honrosa: Reinventar a Roda. A circulação do samba entre sujeitos, eventos e repertórios em Cachoeira – BA, de Caio Csermak. Tese de doutorado defendida no Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Universidade de São Paulo (USP), orientada por Maria Manuela Ligeti Carneiro da Cunha.

 

Resumo: O trabalho analisa os processos de institucionalização dos grupos de samba de roda e de profissionalização dos sambadores da cidade de Cachoeira, Bahia, desde a década de 1950 até o tempo presente. Ele se divide em três partes para abordar tais processos a partir de diferentes perspectivas complementares: as trajetórias de sujeitos coletivos do universo do samba; o espaço do samba nos eventos musicais cachoeiranos; e as características musicais do samba, assim como sua relação com outros repertórios. Os dados foram colhidos em trabalho de campo realizado ao longo de 20 meses entre 2015 e 2018. O trabalho visa… leia mais

Mobilização do CEstA-USP contra o genocídio dos povos indígenas na pandemia do novo coronavírus

Em dezenas de aldeias nas Terras Indígenas e bairros indígenas nas cidades brasileiras, um número crescente de mortes e casos de adoecimento por covid-19 vem sendo registrado. Em um cenário político marcado pela omissão do Estado diante da elevada taxa de letalidade da doença entre os povos indígenas, o movimento indígena e suas organizações vêm reagindo à situação de forma contundente e convocando seus parceiros à ação conjunta.
Respondendo a essa situação, o CEstA-USP abre um espaço à sua rede nacional e internacional de pesquisadores indígenas e não indígenas e a outros parceiros, a fim de compartilhar reflexões, relatos e materiais informativos sobre situações regionais e iniciativas de apoio. O objetivo é acompanhar e documentar o desenrolar da pandemia entre os povos indígenas, de modo atento a violações de direitos, diante do risco de um iminente genocídio. Também desejamos dar visibilidade às perspectivas e soluções locais, além de construir um… leia mais

Três filmes realizados por pesquisadores do PPGAS-USP receberam o prêmio Pierre Verger na 32a. Reunião Brasileira de Antropologia.

O Prêmio Pierre Verger (PPV) para filmes etnográficos, da Associação Brasileira de Antropologia (ABA) e do Comitê de Antropologia Visual (CAV), foi criado em 1996 e agora, em 2020, completa 24 anos. A inclusão da premiação para ensaios foto-etnográficos surgiu alguns anos depois, em 2002, e completa 18 anos nessa edição.

Os filmes estão disponíveis até 06/11 no site do prêmio:

https://ppv.abant.org.br/filmes/

​​​​​​​​​​​Woya Hayi Mawe – Para onde vais?, de Rose Satiko Gitirana Hikiji (professora do DA) e Jasper Chalcraft, recebeu o prêmio de melhor média metragem.
Clique aqui para conferir o filme (… leia mais